MONTALEGRE UM CONCELHO BEM VIVO E RECOMENDA-SE

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Montalegre um concelho bem vivo e recomenda-se

Fico perplexo com os títulos das opiniões de alguns, que se dizem Barrosões para enganar as pessoas. Não é dizendo mal da nossa terra que se resolve algum problema. Pelo contrário deveriam dizer, que a nossa terra deveria ter mais atenção do poder político nacional para poder prosperar. As verbas recebidas pela autarquia do poder central não chegam para nada. Mas a culpa não morre solteira, todos os partidos que foram poder, tem culpas no cartório. A pesar de tudo a situação atual está bem melhor do que aquela em que viveram os nossos antepassados. Num estudo que obtive verifiquei, que durante sete séculos ninguém (do poder político de então) fez nada pelas freguesias de Covelo do Gerês e Ferral, embora pagassem anualmente os seus impostos, situação que deve ser idêntica a outras freguesias do Barroso. Para estas duas freguesias a idade média foi a idade das trevas do desalento, do medo e da sobrevivência. Enquanto os nossos impostos foram gastos nos descobrimentos e no litoral do país que prosperou. Hoje diz-se mal de tudo e há até acusações infundadas e não provadas sobre pessoas que ainda nem foram acusadas. A luta pelo poder leva a estes desvaneios, mas progredimos mais nos últimos cinquenta anos do que nos setecentos anos anteriores.

Os executivos anteriores e o atual (PS), fizeram e tem feito o melhor que podem com os meios que tem. Temos á frente da Câmara pessoas de intelecto e valor que conhecem muito bem as necessidades do concelho. Tomaram eles poder fazer mais. Pode-se sempre questionar as escolhas, mas em economia há sempre que fazer escolhas e quem tem que decidir tem que fazer escolhas, porque os recursos são limitados. Ao escolher uma opção no quer dizer que outras não sejam necessárias. Também vejo as necessidades de arruamentos de saneamento básico na maioria das aldeias. Onde há maiores aglomerados populacionais devem ter prioridade. Também considero um imperativo Concelhio e até Nacional a luta pela retificação da EN 103, que é urgente (mas não é obra camarária) sei que o executivo municipal se tem batido pela retificação do traçado de Braga a Chaves, que atravessa o concelho. Tem feito pressão sobre o poder político nacional, porque é uma obra estruturante e necessária para todo o Barroso. Todos nós queremos mais desenvolvimento para o interior, mas o problema é nacional e tem que ser resolvido pelos partidos políticos na Assembleia da República, no sentido de dotar o Orçamento de Estado com mais verbas para desenvolver o interior. Não podemos dar razão á oposição no concelho (PSD) que quer tudo e promete tudo e depois não o poder fazer. Criticar é fácil, decidir e fazer é muito mais difícil.

A atual oposição (PSD) no concelho diz mal de tudo e de todos na maioria das vezes é só maledicência, sem propor soluções. O bota abaixo funciona contra eles, porque o poder a qualquer preço não se obtém. Assim o (PS) Montalegre nem necessita de fazer campanha. Ao recorrerem ao ataque pessoal o (PSD) Montalegre enveredou por uma via vergonhosa, desumana e ilegal. Já que é a lei que diz que todos tem direito ao bom nome e a presunção de inocência. Ouvir mentiras e ataques pessoais, não é para todos é preciso ter um estofo enorme para aguentar. Admiro as pessoas que estão a frente desses lugares como o Professor Orlando Alves e o Dr. David Teixeira, que são como de costume os bombos da festa. A Camara Municipal de Montalegre pode não fazer tudo bem, errar é humano, mas as pessoas que lá trabalham são gente digna e não merece o enxovalho que a oposição lhe faz.

Colaborar para a melhoria das condições de vida da população do nosso concelho, é um dever de todos os Barrosões, porque colaborar com o poder local é um dever de cidadania e todos nós podemos fazer coisas simples que fazem a diferença. Podia aqui enumerar tarefas que todos empurramos para a Junta de Freguesia e lembro-me que algumas delas eram trabalhos comunitários antigos, em que toda a gente participava e que agora ninguém faz.

Esta minha tomada de posição pública, é também para mim, um dever de cidadania, porque não gosto de ver pessoas de bem, maltratada na praça publica sem razão fundada e usarem os meios mais desprezíveis para denegrir os adversários políticos, com ataques inusitados sem estarem fundamentados. Em política como na vida não pode valer tudo.

Como diz o ditado popular “quem cala consente”, mas eu não me vou calar sempre observar injustiças.

Manuel Afonso Machado

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